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Interpi leva à III Feira da Agricultura Familiar, Povos Tradicionais e Economia Solidária os resultados da regularização fundiária no Piauí

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A abertura da III Feira da Agricultura Familiar, Povos Tradicionais e Economia Solidária trouxe a importância da regularização fundiária como motor para o desenvolvimento rural no Piauí. O evento, que reúne produtores de diversas regiões do estado, busca dar visibilidade à produção local, incentivar o empreendedorismo rural e criar novos canais de comercialização para as comunidades tradicionais.

O Instituto de Terras do Piauí (Interpi) marcou presença na solenidade, reforçando que a segurança jurídica da posse da terra é a base para o fortalecimento de toda a cadeia produtiva. Durante a visita aos stands da Quitanda Solidária, o foco esteve no diálogo com os agricultores sobre como a documentação legal transforma a realidade das famílias que vivem da agricultura familiar.

A regularização promovida pelo Estado vai muito além da entrega de um título de propriedade. Ela representa a garantia de que o trabalhador rural pode investir em sua terra com tranquilidade, expandir sua produção e planejar o futuro com estabilidade. Com o imóvel regularizado, o produtor rompe barreiras burocráticas e passa a acessar políticas públicas essenciais, como o crédito agrícola, programas de assistência técnica e incentivos governamentais.

“A regularização fundiária garante a segurança jurídica necessária para que a agricultura familiar seja valorizada, produza com mais dignidade e gere renda para o nosso povo”, pontuou o diretor-geral do Interpi, Rodrigo Cavalcante, destacando o impacto social da medida.

A feira consolida-se como um espaço estratégico para a economia solidária e para a troca de experiências entre povos tradicionais e agricultores. Ao alinhar a titulação de terras ao apoio a esses eventos, o Estado promove a inclusão produtiva, reduz a desigualdade no campo e fomenta práticas sustentáveis. Proteger o direito à terra é, fundamentalmente, garantir que o Piauí cresça de forma justa, valorizando quem alimenta a população e preserva a cultura do campo.

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